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Fuga venosa: entenda por que causa disfunção erétil

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A fuga venosa é um dos motivos que leva muitos homens aos consultórios médicos com queixas de disfunção erétil.

Veja neste texto, mais sobre fuga venosa, causas e as formas de tratamento para evitar esses problemas relacionados à impotência sexual.

O que é fuga venosa?

O escape venoso ou fuga venosa é conhecido nos termos médicos como disfunção erétil por falha no mecanismo de venoclusão, disfunção erétil veno-oclusiva ou disfunção venogênica.

É caracterizada pela dificuldade que certos homens têm em manter o sangue dentro do pênis para promover a ereção.

Esse é um problema bastante polêmico que pode gerar muitas dúvidas até mesmo entre a classe médica, e imagine entre os próprios pacientes que são leigos no assunto?

Para entender se esse é o seu caso, e saber quais são suas alternativas,  a melhor iniciativa é buscar um médico especialista no assunto, como um andrologista, que vai buscar um diagnóstico exato, porque existem diferentes tipos de escapes venosos.

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Como saber se tenho fuga venosa? Quais os sintomas?

Anteriormente, muitos médicos consideravam que esse diagnóstico da fuga venosa se tratava apenas de um problema meramente vascular, e ainda tem alguns profissionais que  ainda avaliam esse problema de um escape venoso como apenas provocado por deficiência das válvulas venosas. 

Essas conclusões têm a ver com o fato de muitas doenças vasculares danificarem os vasos sanguíneos e alterar o seu funcionamento até mesmo no quesito sexual.

No entanto, com o tempo, já foi comprovado que a fuga venosa peniana não se trata apenas dessas motivações vasculares. 

Quando o paciente chega ao médico com a fuga venosa, os sintomas (ou queixas) são perda de ereção, não conseguindo completar o ato sexual; a ereção não é 100% consistente, ou seja, o pênis não fica totalmente ereto e ainda perde a rigidez com o tempo; e falha mesmo tomando medicamento para ereção, 

Essa ereção é bastante fraca e pode ser perdida até devido a certas posições sexuais, como quando o homem está de barriga para cima. 

A queixa principal do paciente é mais sobre manter a ereção do que alcançar a rigidez peniana. 

Esse é um problema bastante complicado, porque, anatomicamente, pela própria estrutura do pênis, é muito difícil manter uma ereção que não é 100% eficiente.

A estrutura peniana é constituída para uma ereção plena e forte, porque aí há uma pressão interna muito grande que vai fazer a túnica albugínea vedar todo o sistema para manter o sangue dentro do pênis. Nestes casos, é muito mais difícil perder a ereção.

Mas quando a ereção é fraca, ou seja, fica em 80% ou 70%, não se mantém, até mesmo uma mudança de posição ou fazer a colocação do preservativo pode ser suficiente para o pênis ficar flácido novamente, porque o sistema de vedação não está bom.

Mas será que essa é uma fuga venosa verdadeira ou não?

Leia mais:

Como é uma fuga venosa verdadeira?

No escape venoso que não é verdadeiro, pode ser que o paciente não esteja tomando a dose suficiente (seja comprimidos ou injeção para ereção) para provocar uma ereção completa, e só esse ajuste do medicamento vai servir para promover uma ereção eficaz.

Já a fuga venosa verdadeira e refratária tem a ver com os sintomas mencionados acima em relação à manutenção da ereção, e também não se trata apenas de problemas em uma única veia. Apesar dos vários medicamentos para estimular a ereção, o paciente não consegue ter essa rigidez.

Para fazer uma imagem hipotética do que seria a fuga venosa peniana verdadeira, que poderia ajudar a visualizar o problema, é como encher um pneu furado ou uma bexiga que tem um furo. O fluxo de ar vai bem, mas existe uma região onde existe um escape, que não permite que esse pneu ou essa bexiga fique plenamente cheia.

Mas a resolução desse problema não se trata apenas de fazer uma vedação no ponto específico, porque, geralmente, o problema está em boa parte do tecido peniano, ou seja, mais de 15% do tecido cavernoso está acometido, por estar prejudicado também por outros problemas, como fibroses, que são inelásticas.

Esses tecidos podem provocar deficiência no relaxamento da estrutura cavernosa, no enchimento e impeça de ficar com a rigidez completa do pênis, porque as veias ficam abertas e não vedam.

A fuga venosa é um dos motivos que leva muitos homens aos consultórios médicos com queixas de disfunção erétil. Veja neste texto, mais sobre fuga venosa, causas e as formas de tratamento para evitar esses problemas relacionados à impotência sexual. O que é fuga venosa? O escape venoso ou fuga venosa é conhecido nos termos médicos como disfunção erétil por falha no mecanismo de venoclusão, disfunção erétil veno-oclusiva ou disfunção venogênica. É caracterizada pela dificuldade que certos homens têm em manter o sangue dentro do pênis para promover a ereção. Esse é um problema bastante polêmico que pode gerar muitas dúvidas até mesmo entre a classe médica, e imagine entre os próprios pacientes que são leigos no assunto? Para entender se esse é o seu caso, e saber quais são suas alternativas, a melhor iniciativa é buscar um médico especialista no assunto, como um andrologista, que vai buscar um diagnóstico exato, porque existem diferentes tipos de escapes venosos. Como saber se tenho fuga venosa? Quais os sintomas? Anteriormente, muitos médicos consideravam que esse diagnóstico da fuga venosa se tratava apenas de um problema meramente vascular, e ainda tem alguns profissionais que ainda avaliam esse problema de um escape venoso como apenas provocado por deficiência das válvulas venosas. Essas conclusões têm a ver com o fato de muitas doenças vasculares danificarem os vasos sanguíneos e alterar o seu funcionamento até mesmo no quesito sexual. No entanto, com o tempo, já foi comprovado que a fuga venosa peniana não se trata apenas dessas motivações vasculares. Quando o paciente chega ao médico com a fuga venosa, os sintomas (ou queixas) são perda de ereção, não conseguindo completar o ato sexual; a ereção não é 100% consistente, ou seja, o pênis não fica totalmente ereto e ainda perde a rigidez com o tempo; e falha mesmo tomando medicamento para ereção, Essa ereção é bastante fraca e pode ser perdida até devido a certas posições sexuais, como quando o homem está de barriga para cima. A queixa principal do paciente é mais sobre manter a ereção do que alcançar a rigidez peniana. Esse é um problema bastante complicado, porque, anatomicamente, pela própria estrutura do pênis, é muito difícil manter uma ereção que não é 100% eficiente. A estrutura peniana é constituída para uma ereção plena e forte, porque aí há uma pressão interna muito grande que vai fazer a túnica albugínea vedar todo o sistema para manter o sangue dentro do pênis. Nestes casos, é muito mais difícil perder a ereção. Mas quando a ereção é fraca, ou seja, fica em 80% ou 70%, não se mantém, até mesmo uma mudança de posição ou fazer a colocação do preservativo pode ser suficiente para o pênis ficar flácido novamente, porque o sistema de vedação não está bom. Mas será que essa é uma fuga venosa verdadeira ou não? Leia mais: Disfunção erétil em jovens Como é uma fuga venosa verdadeira? No escape venoso que não é verdadeiro, pode ser que o paciente não esteja tomando a dose suficiente (seja comprimidos ou injeção para ereção) para provocar uma ereção completa, e só esse ajuste do medicamento vai servir para promover uma ereção eficaz. Já a fuga venosa verdadeira e refratária tem a ver com os sintomas mencionados acima em relação à manutenção da ereção, e também não se trata apenas de problemas em uma única veia. Apesar dos vários medicamentos para estimular a ereção, o paciente não consegue ter essa rigidez. Para fazer uma imagem hipotética do que seria a fuga venosa peniana verdadeira, que poderia ajudar a visualizar o problema, é como encher um pneu furado ou uma bexiga que tem um furo. O fluxo de ar vai bem, mas existe uma região onde existe um escape, que não permite que esse pneu ou essa bexiga fique plenamente cheia. Mas a resolução desse problema não se trata apenas de fazer uma vedação no ponto específico, porque, geralmente, o problema está em boa parte do tecido peniano, ou seja, mais de 15% do tecido cavernoso está acometido, por estar prejudicado também por outros problemas, como fibroses, que são inelásticas. Esses tecidos podem provocar deficiência no relaxamento da estrutura cavernosa, no enchimento e impeça de ficar com a rigidez completa do pênis, porque as veias ficam abertas e não vedam. Fuga venosa: tratamento Anteriormente, eram realizadas muitas cirurgias de correção de escape das veias para tentar resolver esse problema, mas, com o tempo, alguns estudos demonstraram que não é assim que funciona, devido à descoberta de que se trata de um problema do tecido cavernoso e não de apenas uma única veia. Essa “solução” funcionava mais como um placebo cirúrgico. Ou seja, já se sabe que não existe uma cirurgia específica para o escape venoso. Para fuga venosa, como tratar corretamente vai depender de um diagnóstico correto, que é realizado com o exame de ultrassom doppler peniano com fármaco ereção, no qual será aplicado um medicamento diretamente no pênis para medir a pressão de fluxo sanguíneo de entrada, medir a pressão do fluxo de escape e de quanto medicamento para fuga venosa vai precisar para fechar esse escape. Como acabar com a fuga venosa? O tratamento para fuga venosa pode ser medicamentoso, quando o problema é leve, para causar um enchimento melhor do pênis, como os próprios inibidores das 5 fosfodiesterase. Além disso, pode ser prescrito também uma mudança de estilo de vida, uso de suplementos e reposição hormonal para potencializar os efeitos. Já quando essas abordagens não são suficientes podem ser propostas soluções como associação com terapias de ondas de choque, terapia de PRP (plasma rico em plaquetas). E mesmo quando ainda não é solucionado com isso, entra o remédio para fuga venosa injetável, que é mais forte e promove um relaxamento maior do tecido peniano para produzir a ereção eficiente. O implante de prótese peniana é uma solução cirúrgica definitiva e eficaz. Nestes casos, a fuga venosa tem cura definitiva. O implante peniano vai promover a rigidez por meio de dispositivos inseridos nos corpos cavernosos e não vão falhar. São dois tipos de próteses penianas: infláveis e semirrígidas. A taxa de complicação dos implantes penianos existe, porém é baixa. Então, se você tem esses sintomas de fuga venosa, não deixe de buscar um especialista de sua confiança para resolver de vez os seus problemas de ordem sexual. Será um grande ganho de autoconfiança e autoestima! Leia mais: Como funciona o Viagra

Fuga venosa: tratamento 

Anteriormente, eram realizadas muitas cirurgias de correção de escape das veias para tentar resolver esse problema, mas, com o tempo, alguns estudos demonstraram que não é assim que funciona, devido à descoberta de que se trata de um problema do tecido cavernoso e não de apenas uma única veia. Essa “solução” funcionava mais como um placebo cirúrgico.

Ou seja, já se sabe que não existe uma cirurgia específica para o escape venoso. 

Para fuga venosa, como tratar corretamente vai depender de um diagnóstico correto, que é realizado com o exame de ultrassom doppler peniano com fármaco ereção, no qual será aplicado um medicamento diretamente no pênis para medir a pressão de fluxo sanguíneo de entrada, medir a pressão do fluxo de escape e de quanto medicamento para fuga venosa vai precisar para fechar esse escape.

Como acabar com a fuga venosa?

O tratamento para fuga venosa pode ser medicamentoso, quando o problema é leve, para causar um enchimento melhor do pênis, como os próprios inibidores das 5 fosfodiesterase.

Além disso, pode ser prescrito também uma mudança de estilo de vida, uso de suplementos e reposição hormonal para potencializar os efeitos. 

Já quando essas abordagens não são suficientes podem ser propostas soluções como associação com terapias de ondas de choque, terapia de PRP (plasma rico em plaquetas). E mesmo quando ainda não é solucionado com isso, entra o remédio para fuga venosa injetável, que é mais forte e promove um relaxamento maior do tecido peniano para produzir a ereção eficiente.

O implante de prótese peniana  é uma solução cirúrgica definitiva e eficaz. Nestes casos, a fuga venosa tem cura definitiva.

O implante peniano vai promover a rigidez por meio de dispositivos inseridos nos corpos cavernosos e não vão falhar. São dois tipos de próteses penianas: infláveis e semirrígidas.

A taxa de complicação dos implantes penianos existe, porém é baixa. 

Então, se você tem esses sintomas de fuga venosa, não deixe de buscar um especialista de sua confiança para resolver de vez os seus problemas de ordem sexual. Será um grande ganho de autoconfiança e autoestima!   

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Dr. Marco Túlio Cavalcanti Urologista e Andrologista. Disfunção Erétil e Impotência sexual: dê fim a esse tormento. Prótese do Pênis: a retomada da sua vida sexual. Doença Peyronie: correção da curvatura, recuperação do tamanho e calibre do pênis. Reposição Hormonal: retome o seu desempenho.

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