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Falta de libido após os 40: o que fazer?

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A falta de libido é uma condição que acomete homens e mulheres da mesma forma, como mostra o Estudo da Vida Sexual do Brasileiro.  E as causas são variadas: de estresse e ansiedade a problemas hormonais. A boa notícia é que, identificada a causa, o tratamento é rápido! Então, se você já passou dos 40 e está experimentando momentos de falta de libido, continue lendo o artigo e veja o que fazer para tratar a condição. O que é falta de libido? A falta de libido, também conhecida como transtorno do desejo sexual hipoativo (DSH), é caracterizada pela falta de desejo sexual, ou seja, quando o indivíduo não tem interesse em manter relações sexuais ou até mesmo consumir conteúdo sexual. O que causa falta de libido masculino? A nossa libido é influenciada por vários fatores: saúde, genética e hormônios. Mas nem tudo é biológico.  Fatores psicológicos como estresse e ansiedade também contribuem para a perda do desejo sexual. E, por mais que a libido diminua com o tempo, não há razão para que ela desapareça. Por isso, é preciso entender as causas da falta de libido. Falta de libido: o que pode ser? Como já falamos anteriormente, os hormônios são apenas uma das causas da falta de libido, há outros fatores que influenciam nesta condição. Mas, não podemos iniciar falando das causas da falta de libido, sem falar deste importante hormônio sexual masculino: a testosterona. Hormônios desregulados A testosterona baixa é a grande vilã quando o assunto é falta de libido. E apesar de ser normal experimentar uma queda nos níveis de testosterona a partir dos 40 anos, isso não impacta na libido. O problema é quando há uma queda drástica nesses níveis. Daí sim, isso pode causar a falta de libido. Por isso, fique atento aos níveis de testosterona! Quando a testosterona está baixa? De acordo com a American Urological Association (AUA), níveis de testosterona abaixo de 300 (ng/dL) já podem afetar o desejo sexual.  Mas vale lembrar que não podemos avaliar somente os níveis de testosterona isoladamente. Para um diagnóstico completo, é preciso avaliar a sua relação com o estradiol e outros hormônios tireoidianos, como o TSH, T4 e o T3.  O que fazer? Procurar um especialista é o primeiro passo. O urologista ou andrologista vai solicitar todos os exames necessários para investigar se a causa da falta de libido é hormonal. Estresse, cansaço e ansiedade O mal do século!   De acordo com uma pesquisa realizada entre os funcionários do HC-FMUSP, 45% dos entrevistados relataram piora na qualidade de suas vidas sexuais durante a pandemia.  De fato, durante este período tivemos que lidar com o confinamento, com as inseguranças e crises no relacionamento. E tudo isso impactou diretamente a nossa libido. De acordo com o urologista e andrologista Dr. Marco Túlio Cavalvanti, outras doenças,  transtorno obsessivo compulsivo e a depressão também contribuem muito para a falta de libido. O que fazer? Procurar atividades de relaxamento, como meditação ou yoga, podem ajudar a lidar com o estresse e o cansaço do dia a dia.  Reservar um tempo para o autocuidado e para momentos de relaxamento a dois também são excelentes para lidar com o problema da falta de libido. Depressão Você sabia que cerca de 50% dos pacientes com depressão relatam falta de libido?  Também pudera, a depressão afeta o interesse natural em atividades que antes as pessoas consideravam prazerosas, como o sexo, por exemplo. Além disso, a falta de libido é um efeito colateral de alguns antidepressivos usados no tratamento da doença, como: Inibidores da recaptação de serotonina-norepinefrina (SNRIs), como duloxetina; Inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRSs), como fluoxetina (Prozac) e sertralina (Zoloft). O que fazer? Frequentar sessões de psicoterapia alternadas com medicamentos específicos são essenciais para tratar a depressão.  E, mesmo que a falta de libido seja um efeito colateral do remédio, é importante seguir com o tratamento para que não haja recidiva. Doenças crônicas Se você sofre de doenças crônicas, isso também pode afetar a sua libido. Imagine que você sofre de dor crônica, por exemplo, fica difícil pensar em sexo sentindo dor, não é mesmo? No entanto, doenças mais comuns, como as citadas abaixo, também podem ser responsáveis pela sua falta de libido:  Diabetes tipo 2; Obesidade; Pressão alta; Colesterol alto; Insuficiência pulmonar, cardíaca, renal e hepática crônica. O que fazer? Converse com o seu médico sobre como conviver melhor com a doença. Uma boa alternativa é seguir um programa de nutrição.  Nestes programas, um nutricionista avalia a alimentação mais adequada para o paciente, de modo que ele possa conviver com a doença sem maiores problemas. Problemas de sono De acordo com um estudo publicado no Journal of Clinical Sleep Medicine, homens que sofrem de apneia obstrutiva do sono apresentam níveis mais baixos de testosterona, e isso afeta a libido. Já em outro estudo realizado com homens jovens e saudáveis, o que ficou claro é que, ao restringir o sono para cinco horas por noite por uma semana, os participantes tiveram uma uma queda de 10 a 15% nos níveis de testosterona. O que fazer? Faça uma avaliação do sono! Alguns distúrbios do sono, como: apneia obstrutiva do sono e ronco influenciam na qualidade do sono e, consequentemente, na produção de testosterona. E, como já sabemos, ela tem um impacto profundo na nossa libido.    Idade Você já deve ter percebido que vários fatores afetam os níveis de testosterona, não é mesmo?  E a testosterona, que está diretamente ligada à libido, é naturalmente mais alta quando os homens estão no final da adolescência. À medida que o homem envelhece, ele pode demorar mais tempo para ter um orgasmo, ejacular ou ter uma ereção. Isso é completamente normal após os 40.  O que fazer? A idade chega para todos e manter uma rotina de exercícios físicos regulares e uma alimentação saudável é o que vai garantir longevidade a você. Por isso, a visita ao nutricionista é tão importante.  Hoje em dia, há programas nutricionais voltados à saúde masculina com foco em performance sexual, tudo para você manter uma vida sexual ativa mesmo com o passar dos anos. Disfunção erétil Homens que já passaram por episódios de ejaculação precoce ou falta de ereção também podem ter a sua libido comprometida. Isso acontece porque a tendência é que o homem evite repetir situações que possam causar frustração. É como um mecanismo de defesa do cérebro que diz: “Nem tente fazer sexo porque eu não vou responder”.  O que fazer? A psicoterapia sexual pode ajudar! Esta terapia pode auxiliar o paciente a recuperar a qualidade da sua vida sexual, que pode estar sendo comprometida por preocupações, ansiedade e dificuldade de desempenho na relação sexual.  Leia mais sobre:  Quando o homem ejacula rápido o que pode ser Problemas de relacionamento Problemas de relacionamento estão entre as causas mais comuns de perda de libido. Uma rotina desgastante, problemas financeiros ou em relação à educação dos filhos, podem, de alguma forma, influenciar na falta de libido. O que fazer? Nestes casos, contar com a ajuda de um terapeuta sexual pode ajudar a resolver questões que estão contribuindo para a falta de libido.  A terapia de casal se mostra como uma opção eficaz, que busca resolver questões de relacionamento que impactam diretamente na libido. Medicamentos, drogas e álcool Algumas medicações como antidepressivos, ansiolíticos e anti-hipertensivos impactam diretamente na sua libido, assim como o álcool em excesso. A recomendação é que um homem adulto deve ingerir no máximo duas bebidas alcoólicas por dia, pois a partir disso, tanto a saúde geral quanto os índices de testosterona são prejudicados. O que fazer? Diminuir o consumo de álcool e procurar ajuda psicológica para tratar condições como ansiedade e depressão (que a princípio dependem do uso de medicamentos), são uma das formas de evitar a falta de libido por esta causa. Procurando ajuda médica Como você pode ver, a falta de libido pode ter várias causas, e apesar dos hormônios serem o principal fator para isso, não podemos descartar fatores psicológicos ou situacionais. Por isso, antes de mais nada, agende uma consulta com um especialista. Existe uma área específica para tratar da saúde sexual masculina: a urologia e a andrologia. Profissionais que se especializam nesta área podem ajudar a tratar desde os problemas mais simples, com o auxílio de terapia, até os casos mais sérios, como os neurológicos.  Se você está buscando ajuda para lidar com a falta de libido conte com o Instituto Cavalcanti. Conheça o Instituto Cavalcanti de Andrologia e Performance   O Instituto Cavalcanti é um centro especializado em saúde masculina e performance sexual.   Nossa missão é oferecer atendimento multidisciplinar para a recuperação, otimização da capacidade física, mental e sexual do homem.  Tudo em um ambiente moderno e aconchegante com estacionamento privativo com manobrista, para sua maior comodidade.  Não deixe a falta de libido atrapalhar a sua vida sexual!  Agende uma consulta com um de nossos especialistas agora mesmo e conheça os tratamentos disponíveis.

A falta de libido é uma condição que acomete homens e mulheres da mesma forma, como mostra o Estudo da Vida Sexual do Brasileiro

E as causas são variadas: de estresse e ansiedade a problemas hormonais. A boa notícia é que, identificada a causa, o tratamento é rápido!

Então, se você já passou dos 40 e está experimentando momentos de falta de libido, continue lendo o artigo e veja o que fazer para tratar a condição.

O que é falta de libido?

A falta de libido, também conhecida como transtorno do desejo sexual hipoativo (DSH), é caracterizada pela falta de desejo sexual, ou seja, quando o indivíduo não tem interesse em manter relações sexuais ou até mesmo consumir conteúdo sexual.

O que causa falta de libido masculino?

A nossa libido é influenciada por vários fatores: saúde, genética e hormônios. Mas nem tudo é biológico. 

Fatores psicológicos como estresse e ansiedade também contribuem para a perda do desejo sexual. E, por mais que a libido diminua com o tempo, não há razão para que ela desapareça.

Por isso, é preciso entender as causas da falta de libido.

Falta de libido: o que pode ser?

Como já falamos anteriormente, os hormônios são apenas uma das causas da falta de libido, há outros fatores que influenciam nesta condição.

Mas, não podemos iniciar falando das causas da falta de libido, sem falar deste importante hormônio sexual masculino: a testosterona.

Hormônios desregulados

A testosterona baixa é a grande vilã quando o assunto é falta de libido. E apesar de ser normal experimentar uma queda nos níveis de testosterona a partir dos 40 anos, isso não impacta na libido.

O problema é quando há uma queda drástica nesses níveis. Daí sim, isso pode causar a falta de libido. Por isso, fique atento aos níveis de testosterona!

Quando a testosterona está baixa?

De acordo com a American Urological Association (AUA), níveis de testosterona abaixo de 300 (ng/dL) já podem afetar o desejo sexual. 

Mas vale lembrar que não podemos avaliar somente os níveis de testosterona isoladamente. Para um diagnóstico completo, é preciso avaliar a sua relação com o estradiol e outros hormônios tireoidianos, como o TSH, T4 e o T3. 

O que fazer?

Procurar um especialista é o primeiro passo. O urologista ou andrologista vai solicitar todos os exames necessários para investigar se a causa da falta de libido é hormonal.

Estresse, cansaço e ansiedade

O mal do século! 

De acordo com uma pesquisa realizada entre os funcionários do HC-FMUSP, 45% dos entrevistados relataram piora na qualidade de suas vidas sexuais durante a pandemia. 

De fato, durante este período tivemos que lidar com o confinamento, com as inseguranças e crises no relacionamento. E tudo isso impactou diretamente a nossa libido.

De acordo com o urologista e andrologista Dr. Marco Túlio Cavalvanti, outras doenças,  transtorno obsessivo compulsivo e a depressão também contribuem muito para a falta de libido.

O que fazer?

Procurar atividades de relaxamento, como meditação ou yoga, podem ajudar a lidar com o estresse e o cansaço do dia a dia. 

Reservar um tempo para o autocuidado e para momentos de relaxamento a dois também são excelentes para lidar com o problema da falta de libido.

Depressão

Você sabia que cerca de 50% dos pacientes com depressão relatam falta de libido

Também pudera, a depressão afeta o interesse natural em atividades que antes as pessoas consideravam prazerosas, como o sexo, por exemplo.

Além disso, a falta de libido é um efeito colateral de alguns antidepressivos usados no tratamento da doença, como:

  • Inibidores da recaptação de serotonina-norepinefrina (SNRIs), como duloxetina;
  • Inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRSs), como fluoxetina (Prozac) e sertralina (Zoloft).

O que fazer?

Frequentar sessões de psicoterapia alternadas com medicamentos específicos são essenciais para tratar a depressão. 

E, mesmo que a falta de libido seja um efeito colateral do remédio, é importante seguir com o tratamento para que não haja recidiva.

Doenças crônicas

Se você sofre de doenças crônicas, isso também pode afetar a sua libido. Imagine que você sofre de dor crônica, por exemplo, fica difícil pensar em sexo sentindo dor, não é mesmo?

No entanto, doenças mais comuns, como as citadas abaixo, também podem ser responsáveis pela sua falta de libido: 

  • Diabetes tipo 2;
  • Obesidade;
  • Pressão alta;
  • Colesterol alto;
  • Insuficiência pulmonar, cardíaca, renal e hepática crônica.

O que fazer?

Converse com o seu médico sobre como conviver melhor com a doença. Uma boa alternativa é seguir um programa de nutrição. 

Nestes programas, um nutricionista avalia a alimentação mais adequada para o paciente, de modo que ele possa conviver com a doença sem maiores problemas.

Problemas de sono

De acordo com um estudo publicado no Journal of Clinical Sleep Medicine, homens que sofrem de apneia obstrutiva do sono apresentam níveis mais baixos de testosterona, e isso afeta a libido.

Já em outro estudo realizado com homens jovens e saudáveis, o que ficou claro é que, ao restringir o sono para cinco horas por noite por uma semana, os participantes tiveram uma uma queda de 10 a 15% nos níveis de testosterona.

O que fazer?

Faça uma avaliação do sono! Alguns distúrbios do sono, como: apneia obstrutiva do sono e ronco influenciam na qualidade do sono e, consequentemente, na produção de testosterona.

E, como já sabemos, ela tem um impacto profundo na nossa libido. 

Idade

Você já deve ter percebido que vários fatores afetam os níveis de testosterona, não é mesmo? 

E a testosterona, que está diretamente ligada à libido, é naturalmente mais alta quando os homens estão no final da adolescência.

À medida que o homem envelhece, ele pode demorar mais tempo para ter um orgasmo, ejacular ou ter uma ereção. Isso é completamente normal após os 40. 

O que fazer?

A idade chega para todos e manter uma rotina de exercícios físicos regulares e uma alimentação saudável é o que vai garantir longevidade a você. Por isso, a visita ao nutricionista é tão importante. 

Hoje em dia, há programas nutricionais voltados à saúde masculina com foco em performance sexual, tudo para você manter uma vida sexual ativa mesmo com o passar dos anos.

Disfunção erétil

Homens que já passaram por episódios de ejaculação precoce ou falta de ereção também podem ter a sua libido comprometida.

Isso acontece porque a tendência é que o homem evite repetir situações que possam causar frustração. É como um mecanismo de defesa do cérebro que diz: “Nem tente fazer sexo porque eu não vou responder”. 

O que fazer?

A psicoterapia sexual pode ajudar! Esta terapia pode auxiliar o paciente a recuperar a qualidade da sua vida sexual, que pode estar sendo comprometida por preocupações, ansiedade e dificuldade de desempenho na relação sexual.

No entanto, é preciso avaliar se o homem está com perda de libido e problemas de ereção após os 40, porque pode entrar outras questões relacionadas ao envelhecimento, doenças associadas ou queda hormonal.

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Leia mais sobre: 

Problemas de relacionamento

Problemas de relacionamento estão entre as causas mais comuns de perda de libido. Uma rotina desgastante, problemas financeiros ou em relação à educação dos filhos, podem, de alguma forma, influenciar na falta de libido.

O que fazer?

Nestes casos, contar com a ajuda de um terapeuta sexual pode ajudar a resolver questões que estão contribuindo para a falta de libido. 

A terapia de casal se mostra como uma opção eficaz, que busca resolver questões de relacionamento que impactam diretamente na libido.

Medicamentos, drogas e álcool

Algumas medicações como antidepressivos, ansiolíticos e anti-hipertensivos impactam diretamente na sua libido, assim como o álcool em excesso.

A recomendação é que um homem adulto deve ingerir no máximo duas bebidas alcoólicas por dia, pois a partir disso, tanto a saúde geral quanto os índices de testosterona são prejudicados.

O que fazer?

Diminuir o consumo de álcool e procurar ajuda psicológica para tratar condições como ansiedade e depressão (que a princípio dependem do uso de medicamentos), são uma das formas de evitar a falta de libido por esta causa.

Procurando ajuda médica

Como você pode ver, a falta de libido pode ter várias causas, e apesar dos hormônios serem o principal fator para isso, não podemos descartar fatores psicológicos ou situacionais.

Por isso, antes de mais nada, agende uma consulta com um especialista.

Existe uma área específica para tratar da saúde sexual masculina: a urologia e a andrologia.

Profissionais que se especializam nesta área podem ajudar a tratar desde os problemas mais simples, com o auxílio de terapia, até os casos mais sérios, como os neurológicos.

Se você está buscando ajuda para lidar com a falta de libido conte com o Instituto Cavalcanti.

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O Instituto Cavalcanti é um centro especializado em saúde masculina e performance sexual. 

Nossa missão é oferecer atendimento multidisciplinar para a recuperação, otimização da capacidade física, mental e sexual do homem.

Tudo em um ambiente moderno e aconchegante com estacionamento privativo com manobrista, para sua maior comodidade.

Não deixe a falta de libido atrapalhar a sua vida sexual!

Agende uma consulta com um de nossos especialistas agora mesmo e conheça os tratamentos disponíveis.

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