Testosterona baixa: será que você está com esse problema?

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Sabia que apenas observar os níveis hormonais nos resultados dos exames nem sempre  vai ser  suficiente para comprovar a  testosterona baixa? Sintomas e outras métricas podem ajudar a fechar o diagnóstico.

Vejam neste post que esse é assunto é muito complexo, existem muitas variáveis e, por  isso, às vezes os pacientes estão precisando de uma reposição de testosterona e  não têm conhecimento, mesmo com exames provando o contrário.

O que é testosterona baixa?

A testosterona baixa ou hipogonadismo masculino é caracterizada quando as glândulas reprodutoras  masculinas  (testículos) não produzem o hormônio na  quantidade suficiente para o organismo. 

Isso pode acontecer por falha do próprio testículo (hipogonadismo hipergonadotrófico) ou  devido a  problemas na secreção do hormônio luteinizante – LH na glândula hipófise (hormônio que estimula a produção de testosterona no testículo). Esse último é o hipogonadismo hipogonadotrófico. 

A  testosterona é o principal hormônio sexual masculino,  e existe também nas mulheres  em um nível muito mais baixo.  Esse hormônio participa de uma forma fundamental no organismo no que se refere à vida sexual. 

Em primeiro lugar a ação do hormônio será no desenvolvimento peniano e depois em relação ao desempenho sexual.

Entre as principais  características da testosterona no corpo humano,  estão:

  • Apresentar  as características sexuais das  pessoas (nos  homens, mais musculatura,  pelos no corpo  e tom  de voz);
  • Produção da massa muscular e força;
  • Manutenção da densidade óssea;
  • Disposição, energia, tomada de decisões.
  • Manter os níveis adequados de glóbulos vermelhos;
  • Função sexual e  reprodutiva (libido, potência, orgasmo/ejaculação).  

Quanto a testosterona baixa afeta o homem?

A testosterona baixa pode afetar cerca de 40% dos homens acima dos 45 anos. Esse processo é normal no envelhecimento, já que o declínio natural da testosterona começa a partir  dos 30 anos. 

Porém, só cerca de 20% a 30% dos homens que estão com disfunção erétil têm esse problema porque estão com baixa testosterona. Em muitos casos, os homens perdem ereção mesmo com o hormônio nas alturas.

Na verdade, existe  uma dose ideal para que a testosterona crie um ambiente adequado para o bom desempenho sexual, ou seja, acione a sua libido.  

Por isso, a queda hormonal precisa ser investigada por um especialista (urologista / andrologista) porque trará sintomas muito desconfortáveis que vão causar uma baixa qualidade de vida para os homens e até para as mulheres.

Normalmente esse problema vai ocorrendo à medida que o homem vai envelhecendo. Estudos revelam que a partir dos 40 anos, a testosterona no organismo masculino pode cair de 1% a 2% ao ano.

Causas da queda do hormônio

Além do envelhecimento, algumas causas podem levar à testosterona baixa no homem, como:

  • Obesidade;
  • Hipertensão;
  • Diabetes;
  • Doenças Cardiovasculares;
  • Doenças testiculares: orquites prévias, caxumba, tumor testicular;
  • Medicamentos: quimioterápicos, alguns diuréticos, neurolépticos, etc;  
  • Aumento da Prolactina; 
  • Estresse agudo e crônico; 
  • Privação de sono.

Testosterona baixa: sintomas da baixa hormonal

Os sintomas da testosterona baixa também podem se manifestar em outras patologias, por isso, o especialista precisa fazer a integração com diversos fatores para fechar o diagnóstico. Conheça alguns deles:

  • Perda de libido;
  • Diminuição das ereções espontâneas;
  • Diminuição do volume ejaculatório e orgasmos; 
  • Diminuição das ereções matinais;
  • Oscilações de humor;
  • Diminuição na capacidade física;
  • Perda de massa muscular;
  • Perda de massa  óssea;
  • Aumento de gordura abdominal;
  • Alterações no sono;
  • Perda de memória;
  • Fogachos (ondas de calor);
  • Anemia;
  • Desânimo;
  • Fadiga;
  • Depressão.

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Sabia que apenas observar os níveis hormonais nos resultados dos exames nem sempre vai ser suficiente para comprovar a testosterona baixa? Vejam neste post que esse é assunto é muito complexo, existem muitas variáveis e, por isso, muitas vezes os pacientes estão precisando de uma reposição de testosterona e não têm conhecimento, mesmo com exames provando o contrário. O que é testosterona baixa? A testosterona baixa ou hipogonadismo masculino é caracterizada quando as glândulas reprodutoras masculinas (testículos) não produzem o hormônio na quantidade suficiente para o organismo. Isso pode acontecer por falha do próprio testículo (hipogonadismo hipergonadotrófico) ou devido a problemas na secreção do hormônio Luteinizante – LH na glândula hipófise (hormônio que estimula a produção de testosterona no testículo). Esse último é o ao hipogonadismo hipogonadotrófico. A testosterona é o principal hormônio sexual masculino, e existe também nas mulheres em um nível muito mais baixo. Entre as principais características da testosterona, estão: Apresentar as características sexuais das pessoas (nos homens, mais musculatura, pelos no corpo e tom de voz); Produção da massa muscular e força; Manutenção da densidade óssea; Disposição, energia, tomada de decisões. Manter os níveis adequados de glóbulos vermelhos; Função sexual e reprodutiva (libido, potência, orgasmo/ejaculação). A testosterona baixa pode afetar cerca de 40% dos homens acima dos 45 anos. Esse processo é normal no envelhecimento, já que o declínio natural da testosterona começa a partir dos 30 anos. Testosterona baixa: causas Além do envelhecimento, algumas causas podem levar à queda hormonal da testosterona no homem, como: Obesidade; Hipertensão; Diabetes; Doenças Cardiovasculares; Doenças testiculares: orquites prévias, caxumba, tumor testicular; Medicamentos: quimioterápicos, alguns diuréticos, neurolépticos, etc; Aumento da Prolactina; Estresse agudo e crônico; Privação de sono. Testosterona baixa: sintomas Os sintomas de baixa testosterona também podem se manifestar em outras patologias, por isso, o especialista precisa fazer a integração com diversos fatores para fechar o diagnóstico. Conheça alguns deles: Perda de libido; Diminuição das ereções espontâneas; Diminuição do volume ejaculatório e orgasmos; Diminuição das ereções matinais; Oscilações de humor; Diminuição na capacidade física; Perda de massa muscular ; Perda de massa óssea; Aumento de gordura abdominal; Alterações no sono; Perda de memória; Fogachos (ondas de calor); Anemia; Desânimo; Fadiga Depressão. Como saber se a testosterona está baixa? Definir os níveis de testosterona não é uma função tão simples, já que esses índices podem mudar até mesmo ao longo do dia, o que poderá interferir nos resultados de exames. Mas, será que só olhar os níveis do exame de laboratório vai ser suficiente para fechar esse diagnóstico? Realmente só essa iniciativa não será suficiente para constatar uma baixa testosterona, muitas vezes alguns sintomas também poderão alertar que há uma queda hormonal no organismo masculino ou até mesmo outros fatores importantes também vão alertar para os índices. Por isso, é essencial buscar a ajuda de um médico urologista especializado em reposição hormonal. Conheça variáveis que poderão ajudar a entender como saber se a testosterona está baixa: 1 - Valor de referência atualizado A maioria dos laboratórios não têm o nível de testosterona baixo atualizado e colocam um valor de referência abaixo do discutido nos congressos internacionais. Então, muitas vezes, os exames não vão apresentar resultados totalmente conclusivos na hora do diagnóstico. 2 - Variação grande dos consensos médicos Cada sociedade médica apresenta um consenso diferente em relação à testosterona baixa no homem. Por exemplo, a Sociedade Americana de Endocrinologia coloca o valor de corte da testosterona em 264 ng/dL, já na Sociedade Americana de Urologia, a testosterona baixa pode ser diagnosticada com valores menores que 300ng/dL. Já nos consensos europeu e internacional de medicina sexual, esse número é abaixo de 350ng/dL. A opinião de muitos especialistas que estudam esse assunto intensamente colocam também que a testosterona só está baixa quando fica em um nível menor que 400ng/dL. Alguns especialistas também consideram que o nível da testosterona comprovada em laboratório é o ponto de partida para entender se o homem está com esse déficit hormonal. Na verdade, neste ponto, o relato dos sintomas de testosterona baixa são fundamentais. Para confirmar, em muitos casos, vale um teste terapêutico para fazer melhor essa avaliação. 3 - Forma que a testosterona está na corrente sanguínea Normalmente, a medição da testosterona tem índices totais ou livres. A testosterona pode estar na corrente sanguínea de 3 formas: Ligada à molécula SHBG A testosterona pode estar ligada à globulina ligadora de hormônios sexuais. Esta molécula liga o hormônio de forma muito forte e não permite a sua atuação nos tecidos. Ligada à albumina ou livre Quando está ligado à albumina ou livre, o hormônio é considerado biodisponível, ou seja, neste caso, pode entrar no tecido e produzir efeito biológico. Normalmente, a fração livre representa 2% do total. Clinicamente, o que mais importa é se há nível de testosterona livre baixa, ou seja, se nessa medição esse índice ficou mais baixo do que o normal. Inclusive, muitos consensos médicos não consideram a testosterona livre na avaliação dos níveis baixos do hormônio no organismo. Observação importante: não considerar níveis de referência de laboratórios para definir níveis baixos de testosterona livre. Isso idealmente deve ser levado ao especialista. 4 - Acoplamento no receptor androgênico Para atuar, a testosterona precisa se acoplar a um receptor androgênico. A testosterona transforma-se dihidrotestorena (DHT) pela ação da enzima 5 alfa redutase e vai se encaixar no receptor androgênico. Se a quantidade ou a qualidade dos receptores androgênicos não estiver boa, esse encaixe não será adequado e o paciente vai necessitar de níveis mais elevados de testosterona para um mesmo efeito clínico. O exame para detectar polimorfismo e avaliar a qualidade dos receptores androgênicos só é disponível em algumas pesquisas clínicas, em algumas universidades norte-americanas. Portanto, não é disponível em laboratórios comerciais. 5 - Testosterona livre precisa ser medida de forma adequada Essa análise precisa ser realizada por diálise técnica ou pelo método ultracentrifugado. Não é confiável a medição por radioimunoensaio. Também é possível usar um método conhecido como testosterona livre calculada, que é quando o especialista faz essa medição baseado na testosterona total, nos níveis de SHBG e albumina. Por isso, é imprescindível optar por um laboratório confiável, que faça as análises de forma apropriada. 6 - Ritmo circadiano e variação individual Para avaliar o nível do hormônio também é preciso levar em consideração o ritmo circadiano, que designa o período de aproximadamente 24 horas sobre o qual se baseia o ciclo biológico. Em homens abaixo de 40 anos, esse pico de testosterona ocorre pela manhã. Então, se ele colher o sangue à tarde, o resultado do exame pode apresentar um nível muito baixo do hormônio. Não entender esse ciclo circadiano pode provocar uma confusão no diagnóstico da testosterona baixa em jovens. Já nos homens a partir de 65 anos, esse índice não é tão variável, ficando bastante semelhante no período da manhã, tarde ou noite. A variação individual do paciente também precisa ser levada em consideração para diagnóstico da baixa hormonal. Às vezes, no dia que o exame foi colhido, ele pode ter tido um pico de testosterona mesmo manifestando sintomas de baixo índice hormonal. Esse problema tende a ser sanado se o paciente fizer mais coletas em dias e horários diferentes. Testosterona baixa: tratamento Ao constatar todos os sinais de testosterona baixa, o médico vai prescrever a melhor abordagem caso a caso. O tratamento é sempre individualizado. São diversas as soluções que podem ser apresentadas ao paciente como forma de aumentar os níveis hormonais, como uso de injeções de testosterona, testosterona gel ou até mesmo chip de testosterona. Cada paciente vai ter uma resposta a cada uma dessas abordagens, por isso, deverá fazer um acompanhamento constante e regular com o médico. Com a testosterona regulada, os homens vão ganhar novo vigor físico, apresentar melhorias comportamentais e mais disposição na vida sexual. Isto traz, sem dúvida, muito mais qualidade de vida.

Como saber se a testosterona está baixa?

Definir os níveis hormonais não é  uma função tão simples, já que esses  índices podem  mudar até mesmo ao longo do dia, o que poderá interferir nos resultados de exames. Mas, será que só olhar os níveis do exame de laboratório vai ser suficiente  para fechar esse diagnóstico?

Realmente só essa iniciativa não será  suficiente para constatar uma baixa testosterona, muitas vezes alguns sintomas também poderão alertar que há uma queda hormonal no organismo masculino ou até mesmo outros fatores importantes também vão alertar para os índices.

Por isso, é essencial buscar a ajuda de um médico urologista especializado em  reposição  hormonal.

Conheça variáveis que poderão ajudar a entender se o hormônio está em queda:

1 – Valor de referência atualizado

A maioria dos laboratórios não têm o nível de testosterona baixo atualizado e  colocam um valor de referência abaixo do discutido nos congressos internacionais. Então, muitas vezes, os exames não vão apresentar resultados totalmente conclusivos na hora do diagnóstico.

2 – Variação grande dos consensos médicos

Cada sociedade médica  apresenta um consenso diferente em relação à baixa de testosterona no homem. Por exemplo, a Sociedade Americana de Endocrinologia coloca o valor de corte da testosterona em 284 ng/dL, já na Sociedade Americana de Urologia,  pode ser diagnosticada com valores menores que 300ng/dL. Já nos consensos europeu e internacional de medicina sexual, esse número fica abaixo de 350ng/dL.

A opinião de muitos especialistas que estudam esse assunto intensamente colocam também queo hormônio só está baixo quando fica em um nível menor que 400ng/dL.

Alguns especialistas também consideram que o nível da testosterona comprovada em laboratório é o ponto de partida para entender se o homem está com esse déficit hormonal. Na verdade, neste ponto, o relato dos sintomas  são fundamentais. Para confirmar, em muitos casos, vale um teste terapêutico para fazer melhor essa avaliação.

3 – Forma que  a testosterona está na corrente sanguínea

Normalmente, a medição da testosterona tem índices totais ou livres. A testosterona pode estar na corrente sanguínea de 3 formas:

Ligada à molécula SHBG

A testosterona pode estar ligada à globulina ligadora de hormônios sexuais. Esta  molécula liga o hormônio de forma muito forte e não permite a sua atuação nos tecidos.

Ligada à albumina ou livre

Quando está ligado à albumina ou livre, o hormônio é considerado biodisponível, ou seja, neste caso, pode entrar no tecido e produzir efeito biológico.

Normalmente, a fração livre representa 2% do total.

Clinicamente, o que mais importa é se o nível de testosterona livre  está baixo, ou seja, se nessa medição esse índice ficou mais baixo do que o normal.

Inclusive, muitos consensos médicos não consideram a testosterona livre na avaliação dos níveis baixos do hormônio no organismo.

Observação importante: devem ser considerados níveis de referência de laboratórios para definir níveis baixos de testosterona livre.

Na verdade, a indicação de testosterona livre baixa é de grande importância na constatação da queda hormonal. 

 Essa avaliação idealmente deve ser realizada pelo especialista. 

4 – Acoplamento no receptor androgênico

Para atuar, a testosterona precisa se acoplar a um receptor androgênico. A testosterona transforma-se  dihidrotestorena (DHT) pela ação da enzima 5 alfa redutase e vai se encaixar no receptor androgênico. 

Se a quantidade ou a qualidade dos receptores androgênicos não estiver boa, esse encaixe não será adequado e o paciente vai necessitar de níveis mais elevados de  testosterona para um mesmo efeito clínico.

O exame para detectar polimorfismo e avaliar a qualidade dos receptores androgênicos  só é disponível em algumas pesquisas clínicas, em algumas universidades norte-americanas. Portanto, não é disponível em laboratórios comerciais.

Ebook reposição hormonal masculina

5 – Testosterona livre precisa ser medida de forma adequada

Essa análise precisa ser realizada por diálise técnica ou pelo método ultracentrifugado. Não é confiável a medição por radioimunoensaio.

Também é  possível  usar um método conhecido como  testosterona livre calculada, que é quando o especialista faz essa medição baseado na testosterona total, nos níveis de  SHBG e albumina.

Por isso, é imprescindível optar por um laboratório confiável, que faça as análises de forma apropriada.

6 – Ritmo circadiano e variação individual

Para  avaliar o nível do hormônio também  é preciso levar em consideração o ritmo circadiano, que designa o período de aproximadamente 24 horas sobre o qual se baseia o ciclo biológico. 

Em homens abaixo de  40 anos, esse pico de testosterona ocorre pela manhã.

Então, se ele colher o sangue à tarde, o resultado do exame pode apresentar um nível muito baixo do hormônio. Não entender esse ciclo circadiano pode provocar uma confusão no diagnóstico da testosterona baixa em jovens.

Já nos homens  a partir de 65 anos, esse índice não é tão variável, ficando bastante semelhante no período da manhã, tarde ou noite.

A variação individual do paciente também precisa ser levada em consideração para diagnóstico da baixa hormonal. Às vezes, no dia que o exame foi colhido, ele pode ter tido um pico de testosterona mesmo manifestando sintomas de baixo índice hormonal.

Esse problema tende a ser sanado se o paciente fizer mais coletas em dias e horários diferentes. 

Testosterona baixa: como aumentar?

Ao constatar todos os sinais da queda hormonal, o médico vai prescrever a melhor abordagem caso a caso para que os níveis do hormônio atinjam condições ideais para o melhoria dos sintomas físicos, comportamentais e sexuais no homem. 

O tratamento da reposição hormonal é sempre individualizado. São diversas as soluções para o nível de testosterona baixo, que podem ser apresentadas ao paciente como o uso de injeções de testosterona, testosterona gel ou até mesmo chip de testosterona

Veja abaixo:

Injetável

Quando a opção é repor testosterona por meio de injeções, há duas possibilidades:

  • Injetáveis de média duração (Cipionato de testosterona ou Blend de Testosterona) são intramusculares ou subcutâneas; 
  • Injetáveis de longa duração (Undecanoato de testosterona) são intramusculares.

No caso do tratamento de média duração, as aplicações são em média a cada duas semanas, mas poderão ter intervalos menores de acordo com a necessidade do paciente.

No caso do tratamento de longa duração, a aplicação acontecerá a cada dois ou três meses. 

Gel de testosterona

O uso do gel testosterona é por via transdérmica. A substância trata-se do hormônio puro dissolvido em uma base hidroalcoólica. 

É indicado que o homem aplique uma pequena quantidade de gel diariamente em áreas específicas do corpo.

No geral, ele precisa tomar cuidado para não fazer transferência da substância para outras pessoas durante o contato físico. Além disso, é indicado que só tome banho ou entre em água de mar ou piscina duas após a aplicação.

O produto pode ser encontrado em farmácias tradicionais ou de manipulação.

O paciente será acompanhado pelo médico para garantir que a dose esteja compatível. Após um tempo de uso, o homem sentirá melhoria em seu estado geral ou a dose pode ser ajustada.

Pellets 

Para o homem que está com testosterona baixa, o chip também é uma das formas encontradas para a reposição hormonal.

Na verdade, esses pellets são implantes subcutâneos de testosterona bioidêntica, que vão devolver aos homens a dosagem adequada do hormônio.

O implante dos pellets trata-se de um procedimento rápido, praticamente indolor, com anestesia local e que pode ser realizado no próprio consultório.

Em geral, o implante ocorre em áreas como os flancos ou os glúteos. A cada implante podem ser colocados de 8 a 12 pellets  por meio de uma cânula de introdução.

Esses pellets vão liberando o hormônio gradativamente em até 6 meses.

Neste caso, também é necessário acompanhamento do andrologista.

Cápsulas de testosterona

Ultimamente, até mesmo as cápsulas  podem ser um outro tipo de tratamento para a testosterona baixa. 

Esse método era uma forma de reposição hormonal que estava praticamente abandonada porque as substâncias contidas nos comprimidos poderiam trazer prejuízos hepáticos, mas desde 2019, o FDA aprovou o uso do undecanoato de testosterona, que proporciona um novo mecanismo de absorção.

Estudos que revelaram os efeitos do uso da testosterona em cápsulas apontaram que, em duas semanas, os pacientes atingiram níveis esperados do hormônio.

Conclusão

Se você leu esse artigo e percebeu que está com sinais de baixa hormonal , procure um especialista para que ele elabore o melhor plano terapêutico para a sua condição, que deverá ser avaliada a partir de dados de laboratório, sintomas e as métricas abordadas acima.

Cada paciente vai ter uma resposta a cada uma dessas abordagens, por isso, deverá fazer um acompanhamento constante e regular com o médico.

Com a testosterona regulada, os homens vão ganhar novo vigor físico, apresentar melhorias comportamentais e mais disposição na vida sexual. Isto traz, sem dúvida, muito mais qualidade de vida.

 

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Dr. Marco Túlio Cavalcanti Urologista e Andrologista. Disfunção Erétil e Impotência sexual: dê fim a esse tormento. Prótese do Pênis: a retomada da sua vida sexual. Doença Peyronie: correção da curvatura, recuperação do tamanho e calibre do pênis. Reposição Hormonal: retome o seu desempenho.

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