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Micropênis: diagnóstico deve ser feito o quanto antes, mas há tratamento

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Segundo estudos científicos internacionais, o problema conhecido como micropênis é uma condição rara que afeta 0,6% dos homens em todo o mundo, ou seja, ocorre em 3 a cada 20 mil bebês nascidos vivos. 

É um problema que precisa ser tratado o quanto antes, ainda na infância ou começo da adolescência, para que o paciente não fique restrito com as opções de tratamento quando chegar a fase adulta. Leia o post até o fim para saber como tratar em qualquer fase.

O que  é micropênis?

Alguns estudos apontam que pode ser considerado um micropênis quando o órgão sexual é menor que  4cm em estado flácido ou 7,5 cm no estado ereto. Outros estudos estipulam que um micropênis ereto tem 8 cm ou até 9 cm.

É considerada  uma condição bastante rara, que tem a  ver com anomalias genéticas ou hormonais, como a diminuição da produção ou problema de assimilação da testosterona durante a fase  fetal.

Para ser considerado um micropênis verdadeiro, o paciente deve ter a condição dos cromossomos XY (DNA masculino), que caracterizam o público masculino, e ter um pênis anatomicamente normal, ou seja, sem malformações congênitas, por exemplo, como a hipospádia.

É o pênis que nasceu abaixo de 2,5 desvios de padrões da normalidade do tamanho do pênis.

O  tamanho do órgão sexual é  uma condição muito importante para a maioria dos homens.  Alguns ficam  tão  preocupados com a dimensão do próprio órgão que chegam nos consultórios dizendo que têm um micropênis. 

Cerca de 45% dos homens julgam ter um pênis muito pequeno. Mas, a maioria, de fato, não tem esse problema. Um dado interessante é que  85% das mulheres revelam-se satisfeitas com as dimensões do pênis do parceiro.

Mas, qual o tamanho normal de um pênis? Vários artigos científicos apontam que, em geral, o padrão mais frequente para o tamanho médio do órgão ereto é ter entre 13,5 cm a 15,5 cm. Isso varia muito entre estudos, um estudo de 2014, realizado no pelo Kings’ College London, South London e Maudsley NHS Foundation Trust, no Reino Unido e publicado no British Journal International, aponta que um pênis de 13 cm em ereção, com circunferência média de 9,3 em flacidez, representa o tamanho normal de um órgão sexual.

O estudo contou com a participação de 15 mil homens homens de 17 a 91 anos, que tiveram o órgão sexual medido em outros 20 estudos nos Estados Unidos, Europa, Ásia e África.

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Quais os problemas que o micropênis pode causar?

Muitas pessoas podem pensar que um micropênis pode causar problemas para a satisfação do parceiro sexual. Cientificamente, a profundidade da penetração não vai influenciar no orgasmo feminino ou masculino. Segundo a medicina, a zona erógena da mulher, por exemplo, está localizada a cerca de 7 a 8 cm da entrada da vagina.

O micropênis vai ter uma ereção normal e saudável, porém, pode estar associado a uma contagem baixa de espermatozoides.  Mas um dos problemas que o micropênis ereto pode apresentar para a relação sexual é o escape constante.

Além disso, ter um pênis minúsculo também pode ser um fator muito negativo para a autoestima do homem, pode levar a uma perda de confiança e causar ansiedade de desempenho, ejaculação precoce, dentre outras disfunções sexuais. 

Segundo estudos científicos internacionais, o problema conhecido como micropênis é uma condição rara que afeta 0,6% dos homens em todo o mundo, ou seja, ocorre em 3 a cada 20 mil bebês nascidos vivos. É um problema que precisa ser tratado o quanto antes, ainda na infância ou começo da adolescência, para que o paciente não fique restrito com as opções de tratamento quando chegar a fase adulta. Leia o post até o fim para saber como tratar em qualquer fase. O que é micropênis? Alguns estudos apontam que pode ser considerado um micropênis quando o órgão sexual é menor que 4cm em estado flácido ou 7,5 cm no estado ereto. Outros estudos estipulam que um micropênis ereto tem 8 cm ou até 9 cm. É considerada uma condição bastante rara, que tem a ver com anomalias genéticas ou hormonais, como a diminuição da produção ou problema de assimilação da testosterona durante a fase fetal. Para ser considerado um micropênis verdadeiro, o paciente deve ter a condição dos cromossomos XY (DNA masculino), que caracterizam o público masculino, e ter um pênis anatomicamente normal, ou seja, sem malformações congênitas, por exemplo, como a hipospádia. É o pênis que nasceu abaixo de 2,5 desvios de padrões da normalidade do tamanho do pênis. O tamanho do órgão sexual é uma condição muito importante para a maioria dos homens. Alguns ficam tão preocupados com a dimensão do próprio órgão que chegam nos consultórios dizendo que têm um micropênis. Cerca de 45% dos homens julgam ter um pênis muito pequeno. Mas, a maioria, de fato, não tem esse problema. Um dado interessante é que 85% das mulheres revelam-se satisfeitas com as dimensões do pênis do parceiro. Mas, qual o tamanho normal de um pênis? Vários artigos científicos apontam que, em geral, o padrão mais frequente para o tamanho médio do órgão ereto é ter entre 13,5 cm a 15,5 cm. Isso varia muito entre estudos, um estudo de 2014, realizado no pelo Kings’ College London, South London e Maudsley NHS Foundation Trust, no Reino Unido e publicado no British Journal International, aponta que um pênis de 13 cm em ereção, com circunferência média de 9,3 em flacidez, representa o tamanho normal de um órgão sexual. O estudo contou com a participação de 15 mil homens homens de 17 a 91 anos, que tiveram o órgão sexual medido em outros 20 estudos nos Estados Unidos, Europa, Ásia e África. Quais os problemas que o micropênis pode causar? Muitas pessoas podem pensar que um micropênis pode causar problemas para a satisfação do parceiro sexual. Cientificamente, a profundidade da penetração não vai influenciar muito no orgasmo feminino ou masculino. Segundo a medicina, a zona erógena da mulher, por exemplo, está localizada a cerca de 7 a 8 cm da entrada da vagina. Portanto, um micropênis no sexo até pode proporcionar prazer à parceria. O micropênis vai ter uma ereção normal e saudável, porém, pode estar associado a uma contagem baixa de espermatozoides. Mas um dos problemas que o micropênis ereto pode apresentar para a relação sexual é o escape constante. Além disso, ter um pênis minúsculo também pode ser um fator muito negativo para a autoestima do homem, levar a uma perda de confiança e causar ansiedade de desempenho, ejaculação precoce, dentre outras disfunções sexuais. Tratamento de micropênis na fase adulta Para tratar o micropênis na fase adulta, é essencial buscar a ajuda de um urologista/andrologista, antes de buscar soluções “milagrosas”, como gel para aumentar o pênis. Vale dizer que as propagandas sobre esse tema costumam ser enganosas. Esses produtos não têm embasamento científico e podem ter substâncias vasodilatadoras que proporcionam um aumento discreto apenas temporariamente. A cirurgia para micropênis é uma solução para o problema na idade adulta. Porém, a Sociedade Brasileira de Urologia não indica a cirurgia de aumento de pênis para tratamentos estéticos, normalmente, é realizada quando promove prejuízos funcionais, como dificuldade de penetração. Alguns dos procedimentos que podem ser usados na cirurgia: 1- Secção do ligamento suspensor do Pênis com retalho cutâneo Nessa cirurgia, o micropênis pode ser ligeiramente aumentado com uma secção do ligamento suspensor do pênis. Essa incisão pode proporcionar um ganho, em média, de 1,5 cm até 3 cm. Após a secção, é preciso fazer retalhos cutâneos e tração com extensor peniano. 2- Flaps cutâneos e reconstruções complexas É algo parecido com mudança de sexo. 3- Corporoplastia Cirurgia que faz relaxamento na túnica albugínea e, em geral, associa-se com um implante peniano com aumento progressivo dos implantes. Além disso, os homens com micropênis também podem ser acometidos por disfunção erétil. Diversos tratamentos são realizados para melhorar a questão do desempenho, desde a ingestão de medicações orais e reabilitação peniana (com extensor peniano, que pode promover um crescimento discreto por meio de bomba peniana de vacuoterapia). Pais precisam ficar atentos ao problema para tratar no tempo certo Embora seja uma ocorrência bastante rara conforme estudo norte-americano realizado por Mahdi Alsaleem e Lina Saadeh, que teve base em diversos outros estudos desde a década de 1970, essa condição pode ser reconhecida já a partir de um exame realizado em bebês ainda recém-nascidos. Em geral, um micropênis em bebê de 6 a 12 meses vai medir até 2,3 cm. Se atingir a idade de 10 a 11 anos com até 3,7 cm, fica caracterizado o diagnóstico com um micropênis. Tamanho do micropênis de acordo com faixas etárias (*) 6 a 12 meses: menos de 2,3 cm 1 a 2 anos: menos de 2,6 cm 2 a 3 anos: menos de 2,9 cm 3 a 4 anos: menos de 3,3 cm 4 a 5 anos: menos de 3,5 cm 5 a 6 anos: menos de 3,8 cm 6 a 7 anos: menos de 3,9 cm 7 a 8 anos: menos de 3,7 cm 8 a 9 anos: menos de 3,8 cm 9 a 10 anos: menos de 3,8 cm 10 a 11 anos: menos de 3,7 cm Adulto: menos de 9,3 cm (*) Dados do Harriet Lane, handbook da Universidade John Hopkins Isso significa que o micropênis não é algo que se desenvolve com o tempo em um pênis de proporções normais, o nome disso é atrofia peniana que ocorre por outras causas e é um problema diferente. Por isso, é importante que os pais fiquem alertas com as medidas dos órgãos sexuais na fase da infância e no início da adolescência. Esse é o melhor período para começar a tratar o micropênis, porque no futuro as opções ficam mais restritas. Além disso, esse problema pode causar impactos psicológicos muito negativos para um adolescente e também na vida adulta. No entanto, essas medidas devem ser realizadas por um especialista para que não caia no risco de dar um diagnóstico errado de micropênis. Em geral, os pediatras encaminham para outros especialistas que vão diagnosticar o problema de forma mais precisa, que são: urologista pediatra, endócrino pediatra e um andrologista. Picos hormonais que determinam crescimento do pênis O fator genético é a principal causa da ocorrência do micropênis, e isso ocorre na 12a semana de gestação. Mas há causas, em graus variados, que podem explicar o fato: Um defeito no hipotálamo e na hipófise, que não permite que os hormônios sejam secretados corretamente; Defeito no testículo, que não produz a testosterona corretamente; Paciente tem insensibilidade aos hormônios, por conta de um problema no receptor; Defeito na conversão da testosterona para a dihidrotestosterona; Causa idiopática, que não tem origem conhecida. Portanto, é um problema congênito, que ocorre durante os picos de crescimento do pênis no útero. O pênis começa a se desenvolver no segundo trimestre de gestação, quando há um pico de hormônios como o HCG e começa a formação dos testículos. A testosterona junto com a dihidrotestosterona (DHT) atuam na formação e crescimento do pênis. Então, o primeiro crescimento do pêis vai ocorrer dentro da barriga da mãe, entre o segundo e o terceiro trimestres da gestação. O segundo pico de crescimento ocorre nos dois primeiros anos do menino, pode crescer até 2 centímetros no período. Até a adolescência vai ter um crescimento um pouco mais lento. Já o terceiro pico de crescimento do pênis é na adolescência. É muito importante que os pais fiquem atentos e avaliem esse crescimento para buscar os especialistas na fase certa. Quando os pais conseguem fazer isso na hora adequada, eles podem mudar a vida daquele menino, que poderia ter problemas psicológicos muito sérios no futuro. Porém, também é preciso avaliar se o homem não tem pênis embutido, e não micropênis, que é quando o pênis fica escondido embaixo da pele por excesso de gordura abdominal ou do coxim gorduroso da pube. Micropênis: tratamento deve ser iniciado na infância Micropênis tem tratamento, que pode ser feito com hormônios ainda na infância/ puberdade para estimular o crescimento do órgão sexual. Até cerca de 19 ou 20 anos ainda podem ser feitas algumas tentativas, mas acima disso, na idade adulta, os hormônios não vão mais aumentar o pênis. Por isso, é interessante começar esse tratamento já logo na infância porque a testosterona só faz aumentar o pênis nesta faixa etária. Mas também é importante ressaltar que o tratamento não pode ser totalmente feito apenas no final da adolescência. É interessante começar antes disso para buscar melhores resultados, porque ao deixar apenas para o final da adolescência não é possível saber se o jovem vai conseguir recuperar aquelas taxas de crescimento do pênis. Além disso, é preciso utilizar a dosagem hormonal na dosagem adequada para cada faixa etária. No tratamento para micropênis, pode ser prescrito: Testosterona injetável; Testosterona gel; Dihidrotestosterona gel; Estímulo testicular com HCG / FSH /LH (em algumas situações). O uso do hormônio também poderá alterar a estatura do adolescente. No entanto, val dizer que os estudos ainda não são conclusivos o quanto essa reposição hormonal na infância e adolescência vai impactar no tamanho final do pênis. Conclusão De qualquer maneira, se um homem tem dúvidas sobre o tamanho do pênis e seu desempenho, o mais correto é buscar um andrologista, que irá apontar todos os caminhos que ele pode percorrer de maneira segura para melhorar sua qualidade de vida sexual.

Quais os problemas que o micropênis pode causar?

Muitas pessoas podem pensar que um micropênis pode causar problemas para a satisfação do parceiro sexual. Cientificamente, a profundidade da penetração não vai influenciar muito no orgasmo feminino ou masculino. 

Segundo a medicina, a zona erógena da mulher, por exemplo, está localizada a cerca de 7 a 8 cm da entrada da vagina. Portanto, um micropênis no sexo até pode proporcionar prazer à parceria.

O micropênis vai ter uma ereção normal e saudável, porém, pode estar associado a uma contagem baixa de espermatozoides.  Mas um dos problemas que o micropênis ereto pode apresentar para a relação sexual é o escape constante.

Além disso, ter um pênis minúsculo também pode ser um fator muito negativo para a autoestima do homem, levar a uma perda de confiança e causar ansiedade de desempenho, ejaculação precoce, dentre outras disfunções sexuais. 

Tratamento de micropênis na fase adulta      

Para tratar o micropênis na fase adulta, é essencial buscar a ajuda de um urologista/andrologista, antes de buscar soluções “milagrosas”, como gel para aumentar o pênis. Vale dizer que as propagandas sobre esse tema costumam ser enganosas. 

Esses produtos não têm embasamento científico e podem ter substâncias vasodilatadoras que proporcionam um aumento discreto apenas temporariamente.

A cirurgia para micropênis é uma solução para o problema na idade adulta. Porém, a Sociedade Brasileira de Urologia não indica a cirurgia de aumento de pênis para tratamentos estéticos, normalmente, é realizada quando promove prejuízos funcionais, como dificuldade de penetração. 

Alguns dos procedimentos que podem ser usados na cirurgia: 

1-  Secção do ligamento suspensor do Pênis com retalho cutâneo 

Nessa cirurgia, o micropênis pode ser ligeiramente aumentado com uma secção do ligamento suspensor do pênis. Essa incisão pode proporcionar um ganho, em média, de 1,5 cm até 3 cm. Após a secção, é preciso fazer retalhos cutâneos e tração com extensor peniano.

2- Flaps cutâneos e reconstruções complexas

É algo parecido com mudança de sexo.

3- Corporoplastia

Cirurgia que faz relaxamento na túnica albugínea e, em geral, associa-se  com um implante peniano  com aumento progressivo dos implantes. 

Além disso, os homens com micropênis também podem ser acometidos por disfunção erétil. 

Diversos tratamentos são realizados para melhorar a questão do desempenho, desde a ingestão de medicações orais e reabilitação peniana (com extensor peniano, que pode promover um crescimento discreto por meio de bomba peniana de vacuoterapia).

Veja esse vídeo para saber sobre tamanho do pênis após a prótese peniana:

Pais precisam ficar atentos ao problema para tratar no tempo certo

Embora seja uma ocorrência bastante rara conforme estudo norte-americano realizado por Mahdi Alsaleem e Lina Saadeh, que teve base em diversos outros estudos desde a década de 1970, essa condição pode ser  reconhecida já a partir  de um exame realizado em bebês ainda recém-nascidos.

Em geral, um micropênis em bebê de 6 a 12 meses vai medir até 2,3 cm. Se atingir a idade de 10 a 11 anos com até 3,7 cm, fica caracterizado o diagnóstico com um micropênis.

Tamanho do micropênis de acordo com faixas etárias (*)

Tamanho do micropênis de acordo com faixas etárias (*) 6 a 12 meses: menos de 2,3 cm 1 a 2 anos: menos de 2,6 cm 2 a 3 anos: menos de 2,9 cm 3 a 4 anos: menos de 3,3 cm 4 a 5 anos: menos de 3,5 cm 5 a 6 anos: menos de 3,8 cm 6 a 7 anos: menos de 3,9 cm 7 a 8 anos: menos de 3,7 cm 8 a 9 anos: menos de 3,8 cm 9 a 10 anos: menos de 3,8 cm 10 a 11 anos: menos de 3,7 cm Adulto: menos de 9,3 cm (*) Dados do Harriet Lane, handbook da Universidade John Hopkins

Isso significa que o micropênis não é algo que se desenvolve com o tempo em um pênis de proporções normais, o nome disso é  atrofia peniana que ocorre por outras causas e é um problema diferente. 

Por isso, é importante que os pais fiquem alertas com as medidas dos órgãos sexuais na fase da infância e no início da adolescência. Esse é o melhor período para começar a tratar o micropênis, porque no futuro as opções ficam mais restritas.

Além disso, esse problema pode causar impactos psicológicos muito negativos para um adolescente e também na vida adulta.

No entanto, essas medidas devem ser realizadas por um especialista para que não caia no risco de dar um diagnóstico errado de micropênis. 

Em geral, os pediatras encaminham para outros especialistas que vão diagnosticar o problema de forma mais precisa, que são:  urologista pediatra, endócrino pediatra e um andrologista.

Picos hormonais que determinam crescimento do pênis

O fator genético é a principal causa da ocorrência do micropênis, e isso ocorre na 12a semana de gestação. 

Mas há causas, em graus variados, que podem explicar o fato: 

  • Um defeito no hipotálamo e na hipófise, que não permite que os hormônios sejam secretados corretamente;
  • Defeito no testículo, que não produz a testosterona corretamente;
  • Paciente tem insensibilidade aos hormônios, por conta de um problema no receptor;
  • Defeito na conversão da testosterona para a dihidrotestosterona;
  • Causa idiopática, que não tem origem conhecida.

Portanto, é um problema congênito, que ocorre durante os picos de crescimento do pênis no útero.

O pênis começa a se desenvolver no segundo trimestre de gestação, quando há um pico de hormônios como o HCG e começa a formação dos testículos. A testosterona junto com a dihidrotestosterona (DHT) atuam na formação e crescimento do pênis.

Então, o primeiro crescimento do pêis vai ocorrer dentro da barriga da mãe, entre o segundo e o terceiro trimestres da gestação. 

O segundo pico de crescimento ocorre nos dois primeiros anos do menino, pode crescer até 2 centímetros no período. Até a adolescência vai ter um crescimento um pouco mais lento.

Já o terceiro pico de crescimento do pênis é na adolescência.

É muito importante que os pais fiquem atentos e avaliem esse crescimento para buscar os especialistas na fase certa. 

Quando os pais conseguem fazer isso na hora adequada, eles podem mudar a vida daquele menino, que poderia ter problemas psicológicos muito sérios no futuro.

Porém, também é preciso avaliar se o homem não tem pênis embutido, e não micropênis, que é quando o pênis fica escondido embaixo da pele por excesso de gordura abdominal ou do coxim gorduroso da pube.

Micropênis: tratamento deve ser iniciado na infância 

Micropênis tem tratamento, que pode ser feito com hormônios ainda na infância/ puberdade para estimular o crescimento do órgão sexual. 

Até cerca de 19 ou 20 anos ainda podem ser feitas algumas tentativas, mas acima disso, na idade adulta, os hormônios não vão mais aumentar o pênis. Por isso, é interessante começar esse tratamento já logo na infância porque a testosterona só faz aumentar o pênis nesta faixa etária. 

Mas também é importante ressaltar que o tratamento não pode ser totalmente feito apenas no final da adolescência. 

É interessante começar antes disso para buscar melhores resultados, porque ao deixar apenas para o final da adolescência não é possível saber se o jovem vai conseguir recuperar aquelas taxas de crescimento do pênis.

Além disso, é preciso utilizar a dosagem hormonal na dosagem adequada para cada faixa etária.

No tratamento para micropênis, pode ser prescrito: 

  • Testosterona injetável;
  • Testosterona gel;
  • Dihidrotestosterona gel; 
  • Estímulo testicular com HCG / FSH /LH (em algumas situações).

O uso do hormônio também poderá alterar a estatura do adolescente. No entanto, val dizer que os estudos ainda não são conclusivos o quanto essa reposição hormonal na infância e adolescência vai impactar no tamanho final do pênis. 

Conclusão

De qualquer maneira, se um homem tem dúvidas sobre o tamanho do pênis e seu desempenho, o mais correto é buscar um andrologista, que irá apontar todos os caminhos que ele pode percorrer de maneira segura para melhorar sua qualidade de vida sexual.

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Dr. Marco Túlio Cavalcanti Urologista e Andrologista. Disfunção Erétil e Impotência sexual: dê fim a esse tormento. Prótese do Pênis: a retomada da sua vida sexual. Doença Peyronie: correção da curvatura, recuperação do tamanho e calibre do pênis. Reposição Hormonal: retome o seu desempenho.

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